HPIM1779.JPG Estação de Mogadouro. Atrás, os silos da (também) extinta EPAC. HPIM1781.JPG Por aqui já passou o comboio. Agora, o silêncio é sepulcral. HPIM1782.JPG Aqui já se adquiriram bilhetes para a capital... mais de 8 horas de viagem, então. HPIM1783.JPG A graciosidade da arquitectura do Sabor é visível até nas instalações de serviço público... HPIM1785.JPG Estação de Variz. De perfil mais modesto que as suas congéneres- só tem um piso - esta estação marcava um ponto importante da via, onde após extenuante subida, as locomotivas eram abastecidas de àgua. HPIM1788.JPG Aqui já passou o comboio... HPIM1789.JPG Estação de Urrós. As silvas já quase a engoliram. E de nada lhe serve estar bem no meio de uma percurso pedestre assinalado pelo "Parque Natural do Douro Internacional". HPIM1790.JPG O parque espalhou estes belos cartazes informativos pelo percurso pedestre em que tentou transformar o leito sem carris da linha do Sabor. Debalde. O percurso estava intransitável (mesmo a pé) e as estações em ruínas. HPIM1794.JPG A estação de Miranda-Duas Igrejas assinalava o término da linha do Sabor. É a que se apresenta melhor conservada, denotando apego dos moradores da pequena localidade em que está implantada. HPIM1796.JPG Caminhos de Ferro do Estado (...). Sem mais comentários. HPIM1797.JPG Os azulejos de Miranda-Duas Igrejas constituem importante património. Intacto por quanto tempo? HPIM1798.JPG As bucólicas cenas de outros tempos, aqui nos levando num breve regresso ao passado. HPIM1803.JPG Neste sítio, se alimentavam as máquinas a vapor para a grande descida de 81 Kms até ao Pocinho. HPIM1805.JPG Os carris desapareceram, mas a rotunda onde se viravam as locomotivas subsistiu. Por quanto tempo? HPIM1808.JPG Consigo imaginar ali uma Mallet fumegante. Ainda que flutuando sobre carris imaginários. HPIM1810.JPG Do jardim merecedor de prémios de Miranda-Duas Igrejas, resta este pequeno esqueleto. Felizmente, ainda podemos admirar os viçosos jardins da Linha do Oeste. IM000560_1.JPG Era nestas carruagens que se admirava o planalto mirandês de comboio... HPIM1815.JPG Estação de Freixo de Espada a Cinta. Longe da localidade que lhe dá o nome, proporcionou o nascimento e sucesso da "Santos". Ainda bem. É pena que não coexistam hoje como outrora. HPIM1816.JPG Estação de Carviçais. O comboio passava bem pelo meio da vila. Hoje, o seu leito está quase todo ocupado por entes a ele alheios... HPIM1813a.JPG A empresa de camionagem Santos nasceu com a necessidade de ligar a estação de comboios de Freixo de Espada a Cinta com a localidade, a mais de 18 kms de distância. Hoje, o seu negócio floresce, fazendo ligações directas a Lisboa, consumindo o comboio que lhe deu vida. Neste particular autocarro já eu fui muitas vezes para a escola, quando circulava com o laranja da Rodoviária Nacional na zona de Caneças. IM000642.JPG A ponte do Pocinho. Impressionante estrutura rodo-ferroviária (comboios por cima, carros por baixo) está desde há alguns anos intransitável, presumo, que por risco de ruir. Para os carros não faz falta, que a barragem do Pocinho providenciou alternativa para a travessia e para os comboios parece que também não. IM000558_1.JPG Esta locomotiva em mau estado, que ficou para sempre presa na Estação do Pocinho, foi a última a prestar serviço no Sabor. HPIM0229.jpg Um dos poucos sítios em que o Sabor ainda tem carris. HPIM0233.jpg Remanescentes de outros tempos... HPIM0236.jpg Se o Sabor ainda tivesse comboios, esta seria uma das paisagens visíveis pelas suas janelas. HPIM0237.jpg Por estas paragens, tudo nos dá a sensação de solidão. HPIM0238.jpg Antiga passagem de nível em Vilar de Rei, pequena e soalheira aldeia perdida em pleno planalto mirandês. P1020352.JPG Era nestas carruagens que se admirava o planalto mirandês de comboio... mas isto era tudo o que delas restava em Agosto de 2006.